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DESCRIÇÃO
is-nos de volta à localidade da Lapela em Cabril, para o percurso quinzenal, desta vez para iniciar o percurso e não para terminar, como já o haviamos feito em 2009, no percurso "de Xertelo à Lapela".
Quatro participantes desafiaram o percurso e a alta temperatura que se fazia sentir, iniciando justamente o percurso na Lapela, no Largo do Cruzeiro, cerca das 8H45, logo após a foto de família (pequena) e a aplicação de protector solar, no sentido de Alto do Facho, Castanheiro do Sinal, Chã de Suzana, Chã do Chouriço e Alto de Sela de Cavalos.
O companheiro Lopes a prever as altas temperaturas que se avisinhavam, e os verdes das mergens do Cávado, apresentou-se de calção curto, camisola térmica e protector solar, patrocinados pela "armani".
Cêdo se apercebeu de que a opção não havia sido a mais acertada, pois o mato e as varas das giestas queimadas, começaram a deixar marcas nas suas pernas e nem o protector o salvou.
O percurso em alguns momentos pareceu ao grupo, algo difícil, não só pelo calor que se fazia sentir, como pelas caraterísticas de grande parte do percurso, queimado e já sem terra que tornavam difícil a aderência das botas ao terreno. Daí mais uma queda do A.Cunha, sem gravidade.
A paisagem típica de monte, coberto de urze e carqueija, percorrido em parte ao longo de um pequeno ribeiro, afluente do Cávado que se apresentava com as suas margens desbravadas que nos permitiram gozar uns bons minutos nas suas águas límpidas, para refrescar o corpo e apreciar a sua beleza, passando assim alguns momentos de puro prazer em contacto directo com a natureza.
Percurso de cerca de 14 Km, realizado em cerca de 5 horas, debaixo de um Sol permanente e abrasador.
A refeição foi servida ali mesmo na Lapela no Restaurante Cabrilho, local onde deixamos o carro, e merece três estrelinhas no guia Michelin. Foi uma agradável surpresa para uma localidade tão pequena.
Pontos negativos a queda do Cunha que no entanto cai sempre com muita classe, as pernas do Lopes e passagem ao lado da Cascata do Alto da Sela de Cavalos, sem contudo avistarmos a queda de água que o Cunha tanto desejava fotografar. Só que o cansaço era tal que não deu para lá voltar. Cunha fica para a próxima.
Tudo juntinho, foi um belo dia para registar e mais tarde recordar.
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