O PERCURSO

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Percurso desta vez na Serra da Peneda, também ela cheia de belas recordações e episódios marcantes para o grupo.
Diga-se em abono da verdade que nestas paragens, organizar percursos por parte do nosso comandante Filipão, se torna já muito difícil e a escolha terá que ser quase de moeda ao ar, pois já palmilhamos quase tudo o que há para palmilhar. Possivelmente teremos que recorrer à repetição de alguns percursos já realizados que tenham sido mais marcantes.
O objectivo na Serra da Peneda era o Fojo, para um percurso de cerca de 14 kms, mas que também foi encurtado pelo facto da  Luísa que regressou, ter de ir trabalhar e a viagem até Braga ser bastante demorada, pelo que apenas percorremos 10 kms em 4H15, de marcha lenta.
Iniciamos o percurso junto à Mamoa do Batateiro e seguimos até à Branda da Aveleira que se nos revelou, além de muito bela, uma surpresa para o turismo de habitação rural, com a recuperação de várias habitações, muito bem recuperadas e integradas na paisagem daquela branda.
Depois de algumas fotos e filmagens e de anotar www.brandadaaveleira.com, subimos em direcção às eólicas e descemos no sentido da Mamoa do Batateiro, onde havíamos deixado o carro.
O dia esteve esplêndido, o ambiente vivido e respirado pelo grupo esteve ao rubro com a palavra de ordem IPHODASE, novo modelo da Aplle, em testes.
Os travões da máquina do Lopes, nomeadamente o ABS, também estiveram ao rubro na descida até ao Soajo, local onde almoçamos no Espigueiro um belo naco de carne.
Um belo dia de regresso às aulas, ainda em fase de adaptação, mas com muitas e belas paisagens daquelas de encher o olho.

 

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