NOTAS SOBRE O PERCURSO
Naturezas, mais uma vez de pé posto no coração da Serra do Gerês, a serra que nos apaixona e que alguns consideram a mais bela do mundo, pela sua diversidade paisagística e habitat, pelas suas escarpas, gargantas dramáticas, planaltos, ribeiros e riachos que escavam aqui e ali, vales e prados, encaixados nas encostas encarpadas, formando desfiladeiros. Tudo isto e muito mais encontramos na serra do Gerês. Os seus mosaicos agrícolas, as fragas e maciços rochosos escarpados que se distribuem ao longo de vales. Pelo que muitas vezes dizemos entre nós que a serra é brava a valer, muito agreste, é cada paredão, e ao mesmo tempo é terna meiga, serena com os seus prados e ribeiros e a sua vegetação salpicada de côr.
Grande surpresa neste percurso quinzenal, a ausência do Cunha, às voltas com a passarada e o regresso do RESENDE, para a partir de Pedra Bela, local onde estacionamos os carros, rumar em direção ao Prado da Teixeira, caminhando ao longo da Ribeira da Teixeira, até alcançarmos a Cascata do Arado.
Era um percurso já nosso conhecido, mas sempre de uma beleza contagiante, pela sua magestade rochosa e encanto da vegetação envolvente sempre a mudar de côr.
O percurso estendeu-se por cerca de 12 kms, e foi percorrido com calma e em permanente cavaqueira, entre os seis participantes.
O tempo, embora o companheiro Filipe temesse o pior, tempestade de chuva e trovoada, portou-se muito bem. A chuva só veio lá para o fim da tarde e já não provocou mossa na caravana.
Durante o percurso tivemos contacto visual, já próximo do Prado da Teixeira, com rebanho de cabras, gado bovino, com muitas crias ainda com semanas e um casal de pastores.
Percurso agradável, não muito difícil que terminou com o almoço no Vessadas.
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