DESCRIÇÃO

 

Conforme havia ficado estabelecido no final do passado Dezembro, havíamos de voltar ao ponto mais alto da Serra da Peneda. Fizemo-lo no passado fim de semana, num dia em que, não obstante umas ameaças por parte da meteorologia, esteve um dia maravilhoso para a pratica do pedestrianismo.

Juntos nesta nossa “promessa” estiveram mais 12 caminheiros da Escola Secundária Alberto Sampaio – Braga que através da Direcção de Biblioteca Manuel Monteiro da ESAS resolveram, pelo segundo ano consecutivo, realizar o seu convívio anual na nossa companhia.
  Lá partimos para alcançar o nosso objectivo bem no alto dos seus 1374 mt., desta feita traçamos o nosso caminho em moldes diferentes daquele que havíamos feito na anterior caminhada naquelas paragens
. Iniciamos o nosso percurso no lugar de Batateiro, nas imediações da Branda da Bouça dos Homens. Utilizando o caminho ali existente e que entre outros pontos nos levaria até Lamas de Vez, primeira paragem para reconforto de pernas e estômagos e também o reagrupamento de todos participantes, já que era patente diferenças nos ritmos de caminhada. Esta parte do percurso proporciona a observação de pontos de interessante beleza sobre esta vertente das Serras da Peneda e do Soajo, que lhe é adjacente.

Nas margens do pequeno regato, que se irá tornar no rio menos poluído do Norte de Portugal, fez-se o “balanço” dos primeiros 7 Km e recuperou-se energias, sempre com o nosso objectivo “debaixo de olho” a servir de estímulo. Faltava agora fazer a ascensão final até ao marco geodésico e era importante manter a “moral”, especialmente naqueles que pouco habituados a estas andanças poderiam dar mostras de vacilar.

Após cerca de 3 km de algum esforço chegamos ao ponto mais alto da linda Serra. Desfruta-se ali de um panorama espectacular que justificou em pleno o esforço e a nossa vontade de lá ter voltado.
  Ponto ideal para nova paragem reconfortante, e ao mesmo tempo para aferição da condição física de todos os caminheiros. Pois algum esforço extra iria ser exigido para enfrentar o caminho, a corta-mato, até se atingir a Branda do Real, bem lá no fundo do vale. Vencida que foi alguma “resistência” de um ou outro caminheiro, menos convencido das suas capacidades, iniciamos a íngreme descida que nos levaria a passar pela branda atrás referida, hoje em dia desactivada, e uma outra, a Branda do Furado. Agora, novamente nas margens do Rio Vez, bem mais largo, nova paragem para reunir, e iniciar a subida até à Sra. da Guia, junto à Branda da Aveleira. Último e derradeiro esforço para se dar por concluída a caminhada, pois este foi o ponto escolhido para o nosso reencontro com o Mini BUS que serviu de transporte.

Para trás ficaram 16,5 km e cerca de 6,30 horas de uma excelente caminhada, cujo convívio teve o seu complemento num restaurante em Lamas de Mouro, onde acompanhados de umas iguarias próprias da região se confraternizou alegremente.

Uma palavra de apreço a todos os 12 caminheiros que connosco partilharam mais
esta excelente caminhada, mostrando, que mesmo sem preparação, estão à altura desta e de outras “futuras aventuras”.

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