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DESCRIÇÃO

 

O Grupo regressou à Calcedónia, para fazer o percurso que alguns elementos ainda não haviam percorrido, nomeadamente o A. Cunha e a Luísa.
Iniciamos o percurso cerca das 8H30, com uma manhã fresca, a partir do Campo do Gerês, tendo como objectivo as ruínas da Calcedónia, ou a designada cidade da pedra que deveriamos contornar e regressar pelo sentido oposto.
À medida que o Grupo foi progredindo, o Sol começou a aparecer e o dia revelou-se para esta prática de caminhada em pleno monte, em termos climatéricos, no dia ideal.
Chegamos à cidade propriamente dita, cerca do meio dia e subimos apróximadamente até 980 metros de altitude. A extensão foi de cerca de 11,5Km, percorrida em 6h20.
Participaram nesta caminhada, beneficiando desta dádiva divina, cinco elementos do grupo, pois ainda não foi desta que abraçamos o Filipe e o regressado ET, Tóne Resende.
Embora os sinais dos últimos incêndios fossem evidentes, não deixa de ser sempre impunente e magestosa a cidade da Calcedónia. Cidade do calhau em bruto como lhe chamamos.
A panorâmica que lá do alto se avista é incrivelmente bela, nunca deixa de nos surpreender.
A Luísa começou logo por atacar o percurso com castanhas que foram surgindo no percurso, acabando ao almoço com uma malga de azeitonas de Elvas.
O A. Cunha comprou mais uma menina. Que linda! Era uma Sonyzinha, pequena mas de múltiplas funções. Mais uma belezinha para lhe dar gozo e libertar do pêso da tromba de elefante, pois o rapaz está mais magro e tem que aliviar a carga.
O Lopes amandou com mais uma liga no joelho para as subidas íngremes que tivemos que vencer.
O almocinho no Vessadas esteve bem.
Enfim mais um rico dia vivido no paraíso.

 

 

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