Já com alguma dificuldade, em organizar novos trilhos, por estas andanças, não palmilhados pelo grupo naturezas, a escolha do companheiro Filipão, recaiu sobre Terras de Basto.
Com partida de Bucos, Cabeceiras de Basto, e o objectivo de subir a 1198 metros, até ao Alto da Torrinheira, e passagem pela Serra da Boa Nova e Busteliberne, na distância de 17 Km.
A expectativa criada de avistar locais idílicos, cedo começou a dissipar-se à medida que o nevoeiro, a chuva e o frio nos foram acompanhando.
Aqui e além fomos no entanto, privando de perto com algumas espécies vegetais, características da região, e quando o nevoeiro se dissipava, avistávamos algumas belas paisagens.
Mas o mais decepcionante da jornada, foi verificarmos com alguma tristeza, o completo esventrar da montanha, por máquinas poderosíssimas, para colocação de geradores e encontrar o Parque de Merendas da Veiga, excelentemente situado e com óptimas condições, completamente abandonado e a servir de lixeira.
Responderam ao desafio para Terras de Basto, oito magníficos pedestrianistas, sendo de assinalar o regresso do Papá Bruno.
A Luísa continua a surpreender pela sua pedalada e ânsia desmedida de atingir os marcos geodésicos.
O Cunha e o Resende, deram durante a semana, umas aulas de queda livre aos irmãos LOPES, e aí estiveram eles naquela que deveria ser a sua praia, a atirarem-se para o chão e a mostrar que não o sabiam fazer, Não se cai assim!
O Cunha é que sabe. Ele tem que continuar com as lições por mais um tempo.
Mas, como é já apanágio no grupo, passamos belos momentos de são convívio, encerrado à maneira com aquele bacalhauzinho e aquelas batatinhas estaladiças do Restaurante do Sr. Armindo, recomendado pelo Jorge que esteve presente para fazer as honras da casa.
O António Resende nesta jornada, deu uma pálida imagem das suas reais capacidades comunicacionais, poder criativo, inventivo e sonhador a que nos habituou o que deixou o grupo perplexo e bastante preocupado.
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